terça-feira, 25 de agosto de 2009

... ...

Ele diz... eu te amo...
Eu digo... eu te amo...
Ele diz... não quero...
Eu digo... não entendo...
Ele diz... quero viver...
Eu digo... vem comigo...
Ele diz... não agora...
Eu digo... me deixa ir...
Ele diz... não...
Eu digo... eu preciso...
Ele diz... vem cá...
Eu digo... eu vou...
Ele diz... foi bom...
Eu digo... eu te amo...
Ele diz... até mais.

sábado, 2 de agosto de 2008

A última carta.

Ontem passei por mais uma prova. Dura prova.

Sabe... Sempre tive em mente, de quando estivesse velhinho, lembraria do meu primeiro amor com um sorriso, dos momentos bons que tivemos, e de quanto foi legal, puro, inocente o que vivemos.
Infelizmente acho que isso não acontecerá. Culpa do destino? Eu? Você? Não sei.

Imaginava lembrar daquele amor sincero, puro, tímido, sem maldades, divertido, aventureiro, livre, adolescente, meninão, onde só existiam eu e você e os nossos amigos.
Tudo tão lindo, tão sincero, tão fiel, tão compromissado e descompromissado... Onde ríamos até de um Reitor rouco, ou namorávamos escondidos em salas de aula, escondíamos e corríamos para não sermos vistos, entrávamos dentro de porta-malas, beijavamos em praça pública regados a um vinho barato... enfim... Acho que tudo isso foi apagado pelo presente. Não pelo fato de você não está comigo, mas por suas atitudes... Por suas descobertas feitas nesse mundo cretino, promíscuo e individualista. Descoberstas que tanto eu temia que você caísse.

Desde que quando nos reencontramos, não vi mais o mesmo amor... Enxerguei uma pessoa diferente, sem "inocência", sem timidez, sem pureza, sem sinceridade, nem mesmo decidido.
Escutei histórias de que nunca pensei ouvir de você, histórias de um qualquer... Coisa que eu sei que você até então não era. Tudo se agravou quando eu vi com os meus próprios olhos atitudes indignas, que eu não esperava. Fiquei tão triste e decepcionado, e ainda estou, porque tudo se repetiu outra vez.

Enfim... Tirei uma conclusão, que me dói muuuito, uma certeza que nunca nem tinh me passado pela cabeça até então... Que você não é a pessoa certa para mim, que nunca foi. As palavras pedem parecer ser fortes, mas tenho a absoluta certeza que não são preciptadas.

Quero dessa vez amar e ser amado. Não só servir e não ser servido.
Quero uma pessoa sincera de verdade, porque sou sincero com aquele que amo.
Quero caráter, quero honestidade, quero decisão.
Quero alguém que queira dividir os momentos ruíns comigo, e não só arrancar os bons.

Agora eu desejo estar velhinho e lembrar que consegui vencer uma grande decpção e olhar pro lado e ver que eu estou vivendo com a pessoa certa. E eu sei que já encontrei a pessoa certa.

Espero que esse seja meu último post.
Espero que nã interpretem de forma errada o que escrevi.
Espero que saiba que não estou querendo desmoralizar ninguém.
Espero que leia, leia e releia todo o texto e tire algo de bom para que ninguém mais sofra.
Eu sei que nós concordamos com esse post.

Teus beijos nunca mais.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Eu já sei...

Eu já sei...
Não... Não é pessimismo, é equilíbrio.
Bobeei... Talvez dancei também.
Por um dia eu fui dono do nosso futuro.
Por um dia eu deixei escapar a chance do seu "pensar".

A ansiedade e vontade venceram os dois mandamentos.
Mereço... É mereço sim...
Não dei ouvidos ao Senhor da razão.
Ainda não aprendi a dominar a carne.
Ainda preciso coordenar meus impulsos.

Ainda não fui eu.
Nem você, foi você.
Você apenas procurou.
Tentou afastar o terceiro do meio.
Mas o terceiro continuou lá... Eu já sei.

Pareço ser forte, pra te ver forte.
Sorrio, pra sentir teu sorriso.
Te quero com esperança de você me querer.
Faço, para te satisfazer.
Blefo, por que Te Amo.

Eu já sei... Sim...
Não estou bem... Sim...
Te quero muito... Sim...
Tenho ainda medo... Sim...
Eu não vejo segurança... Infelizmente... Sim...

Por mais que não seja a intenção,
a comparação foi inevitável a cada segundo.
A lembrança veio em uma palavra dita, em um toque feito,
em uma musica sentida.
Evitar o "olho no olho" foi o bastante. O choro e a expressão de
arrependimento foi essencial.

Eu já sei... Onde tudo vai acabar.
Eu sei...
E só sei...

Eu te amo².

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Hoje a noite...

Hoje a noite foi um misto de alegria, reflexão e tristeza.
É como se eu estivesse na frente de um pote de ouro, mas que não posso pegar uma moeda se quer.
É como se eu me tornasse um covarde para mim mesmo.
É meio assim... meio confuso assim... meio triste assim...

Dá vontade de jogar tudo o que eu penso pro ar, e pegar todo o pote... ou todas as moedas que eu posso.
Mas o que aconteceria se esse pote não quisesse ser tomado?!
Não quero nem imaginar. Seria trágico. Meu coração não suportaria.
Enfim... pura imaginação... coisa de gente que não tem o que pensar... que não pensa em sí.

Hoje a noite tirei a conclusão que estou mais confuso do que qualquer outra coisa... Até mais que um pote de ouro. ;]
Não quero ser um pote que cobiçe o desejo de outro, mas que não quer ser tocado.
Prefiro me afastar... Prefiro ficar somente observando... Prefiro parar agora.
Observando a vida passar... as pessoas sorrirem... as pessoas ficando de bem...

Quero está certo em alguns pontos, e errado em outros...
Depois de hoje quero pensar positivo... em um futuro bom... sem necessariamente precisar ter alguém do lado.
Desejo o melhor a todos... seja como for o fim de tudo.
E a dor? Faço como a Ana... escondo com um sorriso.

Vou vivendo... vou pensando...

Sorri para disfarçar o choro.
Abraçei para liberar meu carinho.
Encarei pra encontrar afeto.
Beijei em busca de prazer.
Dancei para aliviar a dor.
Falei para extravazar o medo.
Menti para não machucar.
Ocultei para ficarmos bem.
Saí pra te satisfazer.
Me entreguei para você se entregar.
Gostei por que você gostou.
Compartilhei o que achei certo.
Tentei para tentar ser feliz.

E meu Mano Velho, me passou a perna, me trouxe o passado...

Pensei para entender.
Ocultei para não influenciar.
Medi as palavras para não machucar novamente.
Em silêncio permaneci, como meu Pai pediu.
Concentrei em mim mesmo.
Levei a vida adiante sem pensar no que li.
Tentei esquecer para não me entristecer.
Ainda acreditei no tempo ditado.
Fiquei preocupado com as palavras.
A saudade veio depois, e sorri.
A saudade veio depois, e sorri.
A saudade veio depois e eu não suportei.
Falei o que não estava planejado.
Procurei em um momento no qual achava que não iria encontra-lo.
Enfim... o Tempo errou comigo. Eu acho.

Enquanto isso vou vivendo... vou pensando...
Quem sabe eu darei um sorriso sem disfarces.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Desejo, somente, aquele blues.

Ao som do blues penso em algo lindo.
Mas ao ver a letra do blues encaixada na mente de outro,
sinto uma verdade crua.
Percebo que não tenho o direito de sentir o blues.
Lembro-me que estou sobrando no presente. Mais uma vez.

É... acho que devo me conformar com a piedade.
Tenho um peito fraco, tenho uma carência além da normal.
Amo quem não me quer. Me entrego além do que posso.
Me anulo por outros e aquele outro, e mais inacreditavelmente, por aquele outro.
Sou corajoso para o próximo, e covarde para mim mesmo.

Mereço piedade, Senhor Piedade!
Esse ser covarde te pede piedade.
Senhor Piedade!
Esse ser sem grandeza, sem coragem e sem luz.

Desejo agora, somente, aquele blues.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bem alí.

Ultimamente as horas estão passeando de forma arrastada.
Minha mente produzindo pensamentos e idéias futuristas a todo momento.
Idéias carregadas sobre mim.
Imagens sobre o futuro que está alí... chegando...

O que será?! Como vai ser?!
Será rápido? Será complicado?!
O que eu farei?! Vai ser bom?!
Vai ser fácil ou difícil?! Vai dar certo?!

É estranho... meu' pensar' mudou de forma drástica.
Hoje eu não penso em atitudes imediatas pra conquistar algo imediato.
Agora minha visão é de construir algo grande, demorado e bem feito.
O mais interessante é que penso primeiramente em mim, não em terceiros.

A verdade é algo que também está mexendo comigo.
A necessidade de saber o real de tudo,
e a vontade de ser o real me toma a cada dia.
Isso me faz, ainda mais, complexas as interrogações.

Vão aceitar?! O que farão comigo?!
Irão me amar da mesma forma?
Serei a ovelha negra ou o afagado?!
A compreensão vencerá a religião?!

Bem... Uma coisa é certa...
Preciso urgente dessas respostas!
Tempo... Irmão Completo... Corre!
Corre! Por que tenho pressa!