sexta-feira, 20 de junho de 2008

No, we're not ready yet.

Ontem procurei meu irmão completo.
Em meio a livros, rabiscos e a preocupações do amanhã,
o persegui conforme as imagens apareciam.
Foi bom. Já sabia que seria.

A pergunta veio meio sem aviso.
Meio estranha... meio fria...
Como se fosse realmente um ser de fora...
um estrangeiro.

Comecei a enxergar o presente e o passado de outra forma.
Sim é verdade, mas o medo do futuro ainda persiste.
Como se fosse um trauma.. Algo ruín no qual, desta vez, eu tivesse o poder de deter.
O receio de me deixarem pequeno outra vez ou que sentimentos voltem a sair do esquecimento é intenso.

Acho que vou ser interpretado mal.
Talvez bem... Talvez melhor...
Mas prefiro ficar em meu canto.
Prefiro que quando acontecer, que seja de outra forma.

Quero um olhar.
Um abraço.
Um sorriso de satisfação e amizade.
Quero um diálogo completo cheio de notícias boas e um 'Sincero Reconhecer'.

Não quero começar com uma simples pergunta.
Não um contato simples, longe, incerto.
Não agora.
Não nesse momento.

Meu Mano Velho me dá créditos!
Tenho bastante ainda.
Vou usa-los de forma exagerada... sem nenhuma pressa.
Até que a coragem diga: "Você está pronto".

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